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Prefeitura de Ivaiporã investe na cafeicultura do Jacutinga com projeto de 80 mil mudas

A Prefeitura de Ivaiporã está intensificando esforços para fortalecer a cafeicultura no distrito do Jacutinga, plantando 80 mil mudas no Viveiro de Café – 30 mil estão germinadas. O objetivo é impulsionar a produção e promover o desenvolvimento econômico do município. 

Além do apoio da Prefeitura, por intermédio da Secretaria de Agricultura, os produtores de café contam com a colaboração da Associação da Agricultura Familiar do Jacutinga, que coordena e incentiva a cafeicultura – e a diversificação agrícola. As sementes selecionadas de café são plantadas em tubetes com substrato adequado, garantindo um crescimento saudável e facilitando o manejo das mudas. 

O secretário municipal de Agricultura, Carlos Barra Oliveira, e o presidente da Associação da Agricultura Familiar do Jacutinga, Arcindo Ravar, estiveram no Viveiro de Café, nesta sexta-feira, dia 2 de fevereiro, para conferir a germinação dos grãos. Alguns estão na fase palito e outros se encontram desenvolvidos. 

Polo cafeicultor 

“Com a plantação das 80 mil mudas de café, a administração Carlos Gil e Marcelo Reis fortalece a economia rural e preserva a tradição agrícola da região, consolidando Ivaiporã como um importante polo cafeicultor no cenário estadual. Inclusive com cafés premiados”, afirmou o secretário Carlos Oliveira informando que 30 produtores pegam mudas no Viveiro de Café.  

O período de germinação das sementes de café pode se estender por aproximadamente 60 dias, dependendo da temperatura ambiente. Isso se deve à prática de semear as sementes após a colheita, o que geralmente coincide com a estação fria do ano.

Hectares 

“Os meses de março, abril e maio são bastante favoráveis para plantarmos as mudas no campo, porque os dias são mais curtos e as noites mais longas. Desta forma, favorecem o desenvolvimento das mudas”, explicou Arcindo Ravar, que planta 1 hectare de café por ano. Após plantar 5 hectares, Arcindo Ravar disse a produção é feita com mais qualidade em 5 anos. 

Segundo Arcindo Ravar o maior inimigo da cafeicultura chama-se: escassez de mão de obra. Por isso, a Associação da Agricultura Familiar do Jacutinga trabalha para conseguir uma colheitadeira de café para fazer a colheita da safra de forma mecanizada. “O maquinário custa em torno de R$800 mil e contamos com o apoio do prefeito Carlos Gil e do secretário Carlos Oliveira para conseguirmos por meio de emenda federal. Esta é a forma de permanecermos na cafeicultura e duplicarmos a produção de café”, contou Arcindo Ravar.

A visita ao Viveiro de Café contou com a presença do produtor de café Celso Gonçalves, que é ex-presidente da Associação da Agricultura Familiar do Jacutinga. 

Fonte: Lúcia Lima – assessoria de imprensa


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