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“Não atrai pessoas”: Ricardo Barros descarta Moro e mira em Rafael Greca para 2026

Para o deputado federal, se não conquistar o apoio do PP, senador terá que deixar o União Brasil para se candidatar ao governo

Líder do PP no Paraná, o deputado federal Ricardo Barros voltou a criticar a postura do senador Sergio Moro (União Brasil), pré-candidato ao governo do Estado. Para Barros, Moro “não tem se empenhado em atrair pessoas” e que o apoio ao senador foi vetado pelas lideranças regionais do PP. Em dezembro do ano passado, União Brasil e PP solicitaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o registro de uma federação para disputarem juntos as eleições.

Ricardo Barros disse que a tendência é que o PP apoie o candidato do PSD do governador Ratinho Júnior, que ainda não foi definido, ou lance uma candidatura própria. Entre os quadros do partido estão a ex-governadora Cida Borghetti e o ex-prefeito de Londrina Marcelo Belinati. Mas ele não descartou a tentativa de atrair o ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca, um dos três nomes do PSD cogitados para a disputa pelo Palácio Iguaçu – os outros são o secretário das Cidades, Guto Silva, e o presidente da Assembleia, deputado Alexandre Curi.

“O Marcelo Belinati tem interesse. A Cida (Borghetti) aceita o desafio, mas ela não está buscando essa posição. Pode ser uma filiação do Rafael Greca, que é um movimento que tem grande adesão no partido. Pode-se apoiar o candidato do Ratinho Júnior também, depende da escolha que ele fizer”, disse Barros em entrevista na abertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa do Paraná, nesta segunda-feira (2 de fevereiro)”. Ele confirmou que há conversas entre o PP e Rafael Greca.

Para Barros, caso Moro não conquiste o apoio do PP, terá que procurar outro partido. “A posição da Executiva está mantida. Não há fato novo. Ele (Moro) sabe que não será candidato se não conquistar o apoio dos progressistas. Ele foi para o Japão, né? Quando voltar do Japão, deve procurar conquistar o apoio dos progressistas, ou vai procurar outro partido”.

O deputado avalia que Sergio Moro não vem procurando costurar alianças que garantam uma candidatura competitiva – entre as grandes cidades do Estado, ele só tem o apoio da prefeita Elizabeth Schmidt (União Brasil), de Ponta Grossa.

"Ele fez conversas protocolares, mas para a cabeça do Sérgio Moro é assim: 'Ganhei eleição do Senado. contra o Bolsonaro, contra o Ratinho, sem prefeito, sem deputado. Então eu não preciso dessas pessoas, vou ganhar sem ninguém de novo'. Ele não está, de fato, empenhado em atrair essas pessoas. Então, se percebe na forma como ele tem obtido resultados negativos na abordagem". Ricardo Barros, deputado federal (PP-PR)

Barros negou qualquer pressão nacional para o PP aderir à campanha de Moro. “A decisão nossa foi por unanimidade. E aí nós estamos falando de oito deputados federais, 14 deputados federais, outras lideranças importantes. Então, se ele (Moro) pretender caminhar nessa direção, vai remar bastante”, afirmou. “Ele senta, conversa, mas não converte ninguém. Nós, na verdade, agora estamos divergentes do União Brasil. Nós tomamos uma posição de ruptura com a condução que vinha sendo feita. Nossa posição está tomada, estamos com o apoio do nosso presidente nacional. Então, esse quadro precisa ser revertido. Ou ele (Moro) buscar uma legenda que combine com o discurso dele de antissistema”.

Fonte: Plural / José Marcos Lopes


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